O poder do Óleo de Coco

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Conheça uma substância que traz os mais diversos benefícios para a sua saúde !

O Óleo de coco é um produto que tem se destacado nas pesquisas, demonstrando valor nutricional versátil. Possui em sua composição a gordura ácido láurico, responsável por muitas de suas funções. Vamos compreender?

O óleo láurico tem ação antiinflamatória em quadros reumáticos, artrite e inflamações musculares. Ou seja, é antiinflamatório.

De fácil absorção, o óleo láurico não necessita de enzimas para sua digestão e metabolismo. No fígado, rapidamente se transforma em energia, gerando calor e queimando calorias, o que leva à perda de peso. De fato, por este  efeito, o uso deste óleo tem se tornado famoso internacionalmente em dietas de emagrecimento, pois é o único tipo de gordura que, ao ser metabolizada pelo corpo, não é estocada na forma de tecido gorduroso !

Estudos científicos mais recentes demonstraram que o óleo láurico não aumenta os níveis de colesterol como se pensava, mas muito pelo contrário, balanceia os níveis do bom colesterol (HDL) no sangue além de ajudar a diminuir a compulsão por carboidratos (açúcares, doces, biscoitos, etc) pelo fato de não estimular a liberação de insulina.

Pode ser usado na culinária em substituição aos tradicionais óleos empregados na cozinha, o que progressivamente reduz os depósitos de gordura localizada e até celulite.

Mas atenção: cuidado para não exagerar, já que cada colher possui cerca de 120 calorias. Você pode optar por uma ou duas colheres (sopa) ao dia, antes das principais refeições.

Para os que buscam praticidade, existem as cápsulas de óleo de coco.

Na pele e cabelos podem ser usados como hidratantes em aplicações caseiras. Não há gordura melhor.

Fonte: Marcia F. Baakilini – Farmaceutica .

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Clorela – fonte de vitamina B12

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A Chlorela é reconhecida por suas propriedades energéticas, antioxidantes e desintoxicantes do organismo, principalmente devido às altas concentrações de vitaminas do complexo B e, especialmente, a vitamina B12 e dos aminoácidos. A Chlorela é uma alga cultivada em Taiwan em água doce. É chamada popularmente pelos orientais de “Fonte da Juventude” e é muito apreciado pelos idosos no Japão, que confiam à estas algas poder importante.

Em sua composição básica a chlorela apresenta uma porcentagem de 60% de proteínas e é capaz de produzir 50% mais proteína que qualquer outro ser vivo.

Em termos de comparação, a clorela possui proporcionalmente:

  • 37% mais proteínas do que a soja
  • 45% mais proteínas do que a carne de vaca
  • 10% mais proteínas do que o trigo

A clorela oferece excelente ajuda para proteger as células do nosso corpo dos radicais livres. Atua também como estimulante e tônico geral do organismo, dando mais energia e vitalidade.

Uma importante fonte vegetal de vitamina B12

Entre as vitaminas, a vitamina B12 é a mais complexa e a mais difícil de ser obtida através dos alimentos. Ela é resultante de um processo de síntese por bactérias intestinais, inclusive nos seres humanos, sendo que o fígado é o reservatório dessa vitamina.  As fontes tidas como mais ricas em vitamina B12 são o fígado e o músculo dos animais, existindo em quantidades menores no leite e derivados.

Mas descobriu-se que a clorela contém mais vitamina B12 do que o fígado.

A clorela é, portando a solução para as preocupações dos vegetarianos puros quanto às necessidades dessa vitamina.

A origem da Clorela

A Clorela foi descoberta pelos japoneses e chineses, tradicionais consumidores de algas, que a apreciam e utilizam normalmente há milênios como medicamento na Medicina Chinesa e também como alimento.

Relatam uma sensação de bem estar e aumento de energia após um curto período de uso.

Os primeiros estudos científicos desenvolveram-se na II Guerra Mundial por Alemães e Norte Americanos objetivando encontrar complementação alimentar eficiente para usar nos campos de batalha.

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Cranberry para Infecção Urinária

In CategoryCranberry para Infecção Urinária
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A Cistite ou infecção urinária pode ocorrem em homens, mulheres, crianças ou idosos.

Para as mulheres após os 40 anos de idade, a infecção urinária acontece também em decorrência das alterações hormonais do climatério. Durante esse período a mulher perde hormônios e tem sua imunidade do sistema genital reduzida.

Isso favorece a elevação do PH, propiciando a alteração da flora vaginal e conseqüentemente o aparecimento de infecções.

Comumente localizada na bexiga, a infecção urinária apresenta os seguintes sintomas:

  • Dor e ardor para urinar
  • Aumento da freqüência miccional (a pessoa vai várias vezes ao banheiro)
  • Inversão do padrão (a pessoa começa a urinar mais à noite)
  • Urgência miccional (paciente não consegue segurar a vontade de urinar)
  • Eventual sangramento no final da micção

Estudos clínicos demonstram uma diminuição na freqüência de infecções urinárias, associada ao consumo da frutinha vermelha, conhecida nos Estados Unidos por Cranberry. No Brasil não existe o cultivo desse fruto devido ao clima. Só em países com baixa temperatura, como EUA, Europa e agora recentemente no Chile, é que existe a plantação e cultivo da Cranberry.

COMO ATUA O CRANBERRY

O fruto (Vaccinium Macrocarpon) é rico em ProAntoCianinas – PAC e a sua ação se deve ao fato de impedir que as bactérias patogênicas se fixem nas paredes do trato urinário, causando lesões. Principalmente no que se refere à Escherichia coli, uma das principais causadoras das cistites.

Esse fruto é comercializado no Brasil nas seguintes apresentações: suco, cápsulas e agora, na forma de gel ou geléia.

A empresa Micrex trouxe essa última apresentação em gel para o Brasil, através do produto PILICIS -  feito com CRANBERRY (VM) desidratada. Pode ser tomado puro ou como geléia, é o jeito mais fácil de consumir cranberry (VM). Vem em práticos sachês individualizados pronto para dosagem diária. Basta 01 dose por dia, durante 10 dias, para que a cranberry atue de forma preventiva no organismo.

O Fabricante garante que em forma de gel, a substância PAC encontrada na Cranberry, está presente em sua composição total e é mais eficaz em sua função anti-adesão de bactérias no trato urinário. Experimente !!

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Reposição hormonal garante mais equilíbrio em mulheres de 50 anos

In CategoryReposição Hormonal Natural
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Mais equilíbrio resulta em menos quedas e, consequentemente, menos fraturas

Mulheres que fazem reposição hormonal a partir dos 50 anos sofrem menos perda de massa óssea, têm mais equilíbrio e consequentemente caem menos e se machucam com menos gravidade. A descoberta é resultado de três estudos sobre a menopausa e a reposição, apresentados pelo departamento de pós-graduação da faculdade de medicina de Botucatu (UNESP), no Congresso Mundial de Menopausa, no início deste mês.

Os pesquisadores, coordenados pelo professor da pós-graduação, Jorge Nahas Neto, avaliaram cerca de 420 mulheres que faziam reposição hormonal no ambulatório da faculdade.

“Nós queríamos avaliar até que ponto a massa óssea é determinante, até que ponto ela interfere ou não no equilíbrio das pacientes. E percebemos que a tendência é que quanto maior, mais a paciente se mantém equilibrada; quanto menor, mais ela fica vulnerável a quedas”, explica Nahas Neto.

No entanto, os médicos não conseguiram estabelecer uma relação de causa direta entre a melhora do equilíbrio e a reposição hormonal. “Com essa terapia, há uma melhora no sistema cognitivo, a mulher fica mais atenta, mais ligada, passa a ter equilíbrio melhor e massa óssea de melhor qualidade”, avalia o médico. Os hormônios fortalecem a massa óssea, melhoram a musculatura e combatem a perda de fibras musculares, completa.

Segundo o último levantamento do Ministério da Saúde, cerca de 31 mil brasileiros acima dos 60 anos foram internados com complicações decorrentes de quedas. Do total, as mulheres são as mais atingidas, representando 67% dos casos.

Quando a terapia é indicada?

Para o professor, que também é delegado da Sociedade Brasileira de Climatério, a terapia de reposição hormonal deve ser avaliada com muito critério. “Se a mulher tem os sintomas clássicos da menopausa, como transpiração excessiva, calores, perda de massa óssea e de apetite sexual, ela deve conversar com seu médico e analisar se a terapia é indicada para ela”, recomenda.

fonte: Midia News

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Anti-inflamatórios naturais

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A chave para acabar com artrites, dermatites, sinusites e outras “ites” pode estar no seu prato. Afinal, muito além de nutrir, os alimentos alteram os processos fisiológicos, modulando, inclusive, as respostas inflamatórias. Saiba mais!

Febres, dores crônicas, inchaços, mal-estar. Todos esses sintomas desagradáveis podem ser a consequência direta de um processo de inflamação em qualquer parte do corpo. “A inflamação é uma reação imediata a uma lesão celular ou tecidual provocada por um corpo considerado estranho. Nessa situação, há um esforço do nosso organismo em reconhecer os agentes responsáveis pelo ataque, para neutralizá-los o mais rápido possível”, explica a nutricionista Roseli Rossi, da clínica Equilíbrio Nutricional (SP).

No local onde o corpo detectou a ameaça, ocorre o aumento do fluxo de sangue, que circula carregado de células do sistema imunológico. Essas células produzem substâncias pró-inflamatórias e ainda pedem reforços: enviam sinais para que outras tantas se juntem à operação, até eliminar o possível invasor.

São esses soldados do bem, escondidos sob a trincheira da circulação sanguínea, que provocam inchaço, calor e vermelhidão na área onde se trava a batalha pela saúde. Incômodos à parte, é graças a esse embate que somos capazes de nos recuperamos em poucos dias da maioria das doenças que nos acometem, com a consequente cicatrização da região afetada.

O papel da nutrição
No entanto, a coisa começa a mudar de figura quando o processo inflamatório, em vez de funcionar como uma resposta a um agente externo muito mal-intencionado, começa a se instalar no nosso organismo de forma crônica. Nessa situação, tanto as batalhas dentro da gente, quanto os sintomas percebidos do lado de fora, passam a ser mais recorrentes e começam a incomodar e tirar o nosso sossego.

E aqui vem a parte mais interessante da história: os alimentos que consumimos no dia a dia podem ser os responsáveis por essas inflamações duradouras, já que determinadas substâncias neles contidas, como as gorduras saturadas, podem ser extremamente irritantes ao organismo. Nesse caso, o corpo dará o sinal ao sistema imunológico de que é preciso atuar contra elas, eliminando-as.

“Na inflamação crônica há a ativação por longo prazo do sistema de defesa, promovendo alterações na atividade insulínica, na mobilização das gorduras e estresse oxidativo, processo relacionado ao envelhecimento precoce, entre outros danos. Essa inflamação tem sido apontada como o fator contribuinte e preponderante para o desenvolvimento de diversas doenças crônicas não transmissíveis, como os já conhecidos colesterol alto, o diabetes e até mesmo o câncer”, exemplifica a nutricionista Tatiana Barão, da Naturalis.

Gorduras como vilãs

 

Nesse cenário, as gorduras aparecem como as principais vilãs. “Diversos estudos mostram que os ácidos graxos saturados presentes nas carnes gordurosas e nos queijos amarelos podem contribuir para o agravamento da inflamação e ainda provocar resistência à insulina”, explica a nutricionista Paula Crook, da clínica Patrícia Bertolucci (SP). Alimentos de alta carga glicêmica, ricos em açúcares e pobres em fibras, que são absorvidos rapidamente pelo organismo, também figuram na lista dos que mais ameaçam a saúde, assim como os produtos industrializados, que recebem diversos aditivos, como conservantes e aromatizantes. Esses elementoas são chamados pró- -inflamatórios, porque são capazes de estimular a expressão de genes que agravam a doença, desequilibrando ainda mais o organismo.

Entre os alimentos que mais combatem as inflamações estão o chá-verde, o alho, a aveia, a cebola, as frutas e hortaliças e a soja

O outro lado da moeda
Felizmente, assim como alguns alimentos têm o poder de provocar ou potencializar um processo inflamatório já em curso, há também os que cumprem uma função protetora, salvando a nossa pele – e o resto do organismo – desses males. Entre os alimentos com maior ação anti-inflamatória destacam-se os ácidos graxos ômega-3, encontrados na semente de linhaça, no azeite de oliva extravirgem e nos peixes das águas frias.

O que as pesquisas mais recentes mostram é que esse ácido graxo auxilia no controle dos níveis de triglicérides e colesterol, colaborando para diminuir a inflamação e ainda reduzir a agregação plaquetária, tornando o sangue mais fluido e evitando a formação de trombos“, comenta a nutricionista Jocelem Salgado, professora da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ) e autora do livro Guia dos funcionais (Editora Ediouro).

 A especialista cita um estudo conduzido pelo Hospital das Clínicas de São Paulo que mostrou que o consumo de 30 g de linhaça ao dia reduziu os valores de proteína C reativa (PCR) e seroamiloide A no sangue de forma bastante significativa. “Estamos falando de dois marcadores importantes de inflamação”, esclarece a professora. É a quantidade de vitaminas, minerais, antioxidantes e de ácidos graxos essenciais presentes nos alimentos o que confere a eles maior ou menor capacidade anti-inflamatória, acrescenta a nutricionista Jocelem.

“Entre os alimentos que trazem mais vantagens à saúde estão o chá-verde, o alho, a aveia, a cebola, as frutas e hortaliças e a soja. Eles reúnem alguns compostos que atuam nos processos fisiológicos, modulando a resposta inflamatória”, explica a especialista.

Os chamados compostos bioativos com ação benéfica variam de um alimento para outro. Para se ter uma ideia, no caso das frutas e hortaliças a quercetina é uma das substâncias mais poderosas, no que diz respeito ao combate à inflamação. Já no tomate, na goiaba e na melancia, é o licopeno o principal agente que atua como protetor da saúde.

Abaixo você irá se surpreender com as propriedades de alguns alimentos bastante comuns, mas que devem entrar no seu cardápio para que as inflamações sejam moduladas naturalmente.

Cada doença, uma sentença
Embora alguns alimentos, como os peixes de água fria, sejam excelentes para tratar todos os tipos de inflamações, há nutrientes específicos que podem ser usados como remédios naturais, com o objetivo de barrar processos mais importantes em determinados órgãos do nosso corpo. Conheça-os e aproveite esses benefícios, incorporando-os a receitas simples e introduzindo-os na sua dieta diária.

Menos LOMBALGIA – mais leite e derivados
Para tratar, aposte: nos alimentos ricos em vitamina B12, que fortalecem os tecidos nervosos, e em boas fontes de cálcio, que contribuem para a manutenção dos ossos e dos músculos. “Por fim, insira os alimentos que contêm boas quantidades de vitamina D na sua dieta, pois eles ajudam a absorver o cálcio”, diz Maurício Barbosa. Leite e derivados, ovos e carnes oferecem esses nutrientes.

Para zerar a carência de vitamina B12, vale consumir uma porção pequena de carne vermelha ou peixe, como o linguado, em pelo menos uma das refeições. Para suprir as necessidades de cálcio, mescle 1 copo de leite com 1 xícara (chá) de tofu picado, 1 xícara (chá) de amêndoas, 1 xícara (chá) de couve e 1 xícara (chá) de brócolis cozido.

Já para manter a vitamina D em alta, o melhor a fazer é consumir salmão, sardinha ou gemas de ovos pelo menos duas vezes a cada semana, nem que seja uma porção pequena.
Evite: mais uma vez são as gorduras e os açúcares os principais vilões. O consumo frequente desses alimentos cursa tanto com o agravamento das inflamações como contribui para o ganho de peso.

Contra SINUSITE, vitamina A na veia
Para tratar, aposte: em alimentos fontes de vitamina A e de carotenoides: leite, ovos, fígado, cenoura, abóbora e tomate, entre outros. “A carência desses nutrientes agrava o quadro, piorando a inflamação das vias aéreas superiores”, garante Paula Crook.

Consuma cerca de 800 mcg de vitamina A e carotenoides diariamente, o equivalente a 1/2 cenoura ou 1/4 de xícara (chá) de abóbora cozida.
Evite: leite de vaca e seus derivados. Eles possuem proteínas que podem não ser digeridas pelo organismo e se forem absorvidas na corrente sanguínea, serão classificadas como corpos estranhos, desencadeando um quadro inflamatório e atingindo as vias aéreas superiores.

Se a OTITE não cessa, mais kiwi
Para tratar, aposte: nos alimentos ricos em vitamina C (acerola), e no zinco (feijão, grãode- bico, ervilha etc.). “Recomenda-se que, de preferência, se consumam 60 mg de vitamina C por dia e cerca de 15 mg de zinco, o que equivale a um quiuí ou a um bife grande de carne, respectivamente”, diz Paula.
Evite: estudos já associaram a otite recorrente com a sensibilidade a alguns tipos de alimentos. Entretanto, ainda não existe um consenso sobre o que pode ou não influenciar o aparecimento do mal. “Algumas pesquisas apontam o leite de vaca, o trigo e a clara do ovo como capazes de gerar respostas imunológicas e inflamação em nível local. Mas ainda não sabemos como se dá esse processo”, fala Paula.

Curry, o santo remédio para a FARINGITE e a LARINGITE
Para tratar, aposte: a curcumina, um componente do curry, é um santo remédio para tratar as inflamações locais, além de diminuir o risco de câncer de faringe e laringe. “O alimento tem ação anti-inflamatória e antioxidante, inibindo a atividade dos radicais livres”, explica Paula. Use-o no arroz, molhos.
Evite: alimentos ricos em gorduras saturadas e trans, doces e massas feitas com farinha branca, típicos alimentos que aumentam os riscos de inflamação generalizada.

Adeus à DIVERTICULITE diminuindo os carboidratos
Para tratar, aposte: numa dieta rica em fibras e na ingestão de líquidos, que melhoram o trânsito intestinal, auxiliando na diminuição da pressão interna do órgão, aliviando os sintomas da inflamação.

“Esses nutrientes servem de alimento para as bactérias boas do intestino, aumentando sua proliferação no local e ajudando a manter a integridade da mucosa, que funciona como uma barreira protetora às ameaças externas”, diz Roseli Rossi.

Frutas, verduras e legumes devem ser consumidos diariamente, na maior variedade possível, uma vez que fornecem grande quantidade de fibras. Já para prover a necessidade de líquidos, de 2 a 2,5 litros por dia, vale apostar na própria água, nos chás de ervas e nos sucos de frutas naturais.

Evite: o excesso de carboidratos simples e de gorduras, encontrados nos pães e massas à base de farinha branca, nos doces industrializados em geral, nos refrigerantes e nas frituras. “Esses alimentos estimulam a produção de agentes pró-inflamatórios e podem intensificar as contrações musculares, aumentando o desconforto intestinal”, completa Suzana Bonumá.

Fibras solúveis para dar um basta à GASTRITE
Para tratar, aposte: em alimentos que contêm boas quantidades de fibras solúveis (a aveia, a soja, a lentilha e o feijão), e em fontes de vitamina A (gema de ovo, a sardinha, o fígado, a cenoura e a batata-doce). “Uma dieta assim pode diminuir em até 54% os riscos de desenvolvimento de gastrite”, diz a nutricionista Suzana Bonumá, da Food Coach.

Para atingir sua recomendação mínima diária, o ideal é consumir 2 a 3 colheres (sopa) de aveia, soja ou de leguminosas. Já para suprir a quantidade ideal de vitamina A, aposte num bife pequeno de fígado, em 1/2 cenoura ou 1/2 batata-doce assada.

Evite: dietas ricas em gorduras saturadas e ácidos graxos trans (cortes gordos de carne, queijos amarelos, biscoitos e bolos industrializados), agridem a mucosa e elevam o estresse oxidativo e prejudicam a melhora da inflamação. “Refrigerantes e café, também estimulam a secreção de ácido clorídrico, que agrava o quadro da inflamação, diminuindo o pH estomacal e favorecendo a instalação da bactéria H. pilory, principal causa da gastrite”, explica Suzana.

Refrigerantes e café, também estimulam a secreção de ácido clorídrico, que agrava o quadro da inflamação

 Limão e laranja sim, GENGIVITE não!

 
Para tratar, aposte: nas frutas cítricas, como o limão e a laranja. “A carência de vitamina C pode agravar a gengivite e a periodontite”, alerta a dentista Nathália Juliboni. O ácido fólico (vitamina B9) é outro nutriente importantíssimo para a saúde da gengiva.

Para suprir a quantidade de vitamina C necessária, coma ao menos uma fruta cítrica por dia, já que o organismo é incapaz de armazená-la. “A quantidade diária recomendada é de 60 mg. Um copo de suco de laranja fornece 97 mg do composto”, diz a nutróloga Daniela Hueb. Já o ácido fólico está presente nos vegetais com folhas verdes escuras, no fígado, nos ovos, no brócolis, na couve-flor, no gérmen de trigo, nos cereais e pães integrais. Pelo menos um alimento desses deve compor uma das refeições.

Evite: os doces. “Existem bactérias que vivem na região da boca e que sintetizam a glicose para se multiplicar. Elas degradam os tecidos de forma extraordinária”, fala o cirurgiãodentista Marcelo Sarra Falsi, professor do Centro Internacional Odontológico Brasileiro.

DERMATITE pede bis para o ômega-3
Para tratar, aposte: nos ácidos graxos poli-insaturados ômega-3, encontrados na linhaça. Eles estão relacionados à diminuição de agentes inflamatórios importantes no aparecimento e na evolução das inflamações da pele. “O uso de iogurtes probióticos também pode reduzir a ocorrência de dermatite em pacientes com alergia a leite de vaca”, afirma Paula.

Consuma 1 colher (sopa) de linhaça por dia. Os iogurtes probióticos também devem fazer parte da alimentação do dia a dia.

Evite: gorduras saturadas e açúcares são os principais agravadores desse processo inflamatório. Consuma com moderação o chocolate, os queijos amarelos e também o café, entre outros alimentos.

O uso de iogurtes probióticos também pode reduzir a ocorrência de dermatite em pessoas com alergia a leite de vaca.

Magnésio, para o cuidado intensivo da ARTRITE
Para tratar, aposte: em alimentos ricos em ômega-3, como os já citados peixes de água fria e a linhaça. “O magnésio, presente nos vegetais verde-escuros, nas amêndoas e no arroz integral, também é um importante aliado na dor. Ele funciona como um relaxante muscular natural”, explica a nutricionista Mariana Froes, do Centro Multidisciplinar da Dor.

Alguns estudos recentes também vêm demonstrando bons resultados na adoção de uma dieta sem glúten. “Isso porque há uma ativação do sistema imunológico quando o corpo não digere bem o glúten. Nessas condições, ele acaba sendo identificado como um corpo estranho”, completa a especialista.

Os peixes podem ser consumidos até quatro vezes por semana. Já a linhaça e os alimentos fontes de magnésio devem ser incorporados à dieta diária, mesmo que em pequenas porções.
Evite: o ideal é evitar o consumo de gorduras, açúcares e massas brancas. Além do já discutido potencial inflamatório desses alimentos, eles contribuem de maneira importante para o acelerado ganho de peso. “E os quilinhos em excesso vão sobrecarregar ainda mais as articulações, intensificando a dor e agravando o problema”, alerta o ortopedista e médico do esporte Maurício Póvoa Barbosa.

Fontes: Adriano Almeida, dermatologista, diretor do Instituto de Dermatologia e Estética e professor; Carolina Marçon, dermatologista; Cristina Martins, nutricionista funcional; Fernanda Granja, nutricionista funcional; Elias David Neto, médico do Núcleo de Nefrologia e Diálise do Hospital Sírio-Libanês.

Fonte: Revista Viva Saúde

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Os 10 piores alimentos para a sua saúde

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Saiba quais são as guloseimas que não só engordam, mas podem provocar doenças.

Que atire a primeira pedra quem não se rende a um fast food, salgadinho ou cachorro-quente e depois fica preocupado com as calorias que ingeriu. Mas o que pouca gente sabe é que os perigos desses alimentos vão muito além da questão estética e podem ser um risco para a saúde. Para esclarecer esses problemas, a nutricionista Michelle Schoffro Cook listou os dez piores alimentos de todos os tempos.

10º lugar: Sorvete

 

 

Apesar de existirem versões mais saudáveis que os tradicionais sorvetes industrializados, a nutricionista adverte que esse alimento geralmente possui altos níveis de açúcar e gorduras trans, além de corantes e saborizantes artificiais, muitos dos quais possuem neurotoxinas – substâncias químicas que podemcausar danos no cérebro e no sistema nervoso.

9º lugar: Salgadinho de milho
Desde o surgimento dos alimentos transgênicos a maior parte do milho que comemos é um “Frankenfood”, ou “comida Frankenstein”. Esse alimento por causar flutuação dos níveis de açúcar no sangue, levando a mudanças no humor, ganho de peso, irritabilidade, entre outros sintomas. Além disso, a maior parte desses salgadinhos é frita em óleo, que vira ranço e está ligado a processos inflamatórios.

8º lugar: Pizza
Nem todas as pizzas são ruins para a saúde, mas a maioria das que são vendidas congeladas em supermercados estão cheia de condicionadores de massa artificiais e conservantes. Feitas farinha branca, essas pizzas são absorvidas pelo organismo e transformadas em açúcar puro, causando aumento de peso e desequilíbrio dos níveis de glicose no sangue.

7º lugar: Batata frita


Batatas fritas contêm não apenas gorduras trans, que já foram relacionadas a uma longa lista de doenças, como também uma das mais potentes substâncias cancerígenas presentes em alimentos: a acrilamida, que é formada quando batatas brancas são aquecidas em altas temperaturas. Além disso, a maioria dos óleos utilizados para fritar as batatas se torna rançosa na presença do oxigênio ou em altas temperaturas, gerando alimentos que podem causar inflamações no corpo e agravar problemas cardíacos, câncer e artrite.

6º lugar: Salgadinhos de batata
Além de causarem todos os danos das batatas fritas comuns e não trazerem nenhum benefício nutricional, esses salgadinhos contêm níveis mais altos de acrilamida, que também é cancerígena.

5º lugar: Bacon
Segundo a nutricionista, o consumo diário de carnes processadas, como bacon, pode aumentar o risco de doenças cardíacas em 42% e de diabetes em 19%. Um estudo da Universidade de Columbia descobriu ainda que comer 14 porções de bacon por mês pode danificar a função pulmonar e aumentar o risco de doenças ligadas ao órgão.

4º lugar: Cachorro-quente


Michelle cita um estudo da Universidade do Havaí, que mostrou que o consumo de cachorros-quentes e outras carnes processadas pode aumentar o risco de câncer de pâncreas em 67%. Um ingrediente encontrado tanto no cachorro-quente quanto no bacon é o nitrito de sódio, uma substância cancerígena relacionada a doenças como leucemia em crianças e tumores cerebrais em bebês. Outros estudos apontam que a substância pode desencadear câncer colorretal.

3º lugar: Donuts (Rosquinhas)
Entre 35% e 40% da composição dos donuts é de gorduras trans, “o pior tipo de gordura que você pode ingerir”, alerta a nutricionista. Essa substância está relacionada a doenças cardíacas e cerebrais, além de câncer. Para completar, esses alimentos são repletos de açúcar, condicionadores de massa artificiais e aditivos alimentares, e contém, em média, 300 calorias cada.

2º lugar: Refrigerante
Michelle conta que, de acordo com uma pesquisa do Dr. Joseph Mercola, “uma lata de refrigerante possui em média 10 colheres de chá de açúcar, 150 calorias, entre 30 e 55mg de cafeína, além de estar repleta de corantes artificiais e sulfitos”. “Somente isso já deveria fazer você repensar seu consumo de refrigerantes”, diz a nutricionista. Além disso, essa bebida é extremamente ácida, sendo necessário 30 copos de água para neutralizar essa acidez, que pode ser muito perigosa para os rins. Para completar, ela informa que os ossos funcionam como uma reserva de minerais, como o cálcio, que são
despejados no sangue para ajudar a neutralizar a acidez causada pelo refrigerante, enfraquecendo os ossos e podendo levar a doenças como osteoporose, obesidade, cáries e doenças cardíacas.

1º lugar: Refrigerante Diet
“Refrigerante Diet é a minha escolha para o Pior Alimento de Todos os Tempos”, diz Michelle. Segundo a nutricionista, além de possuir todos os problemas dos refrigerantes tradicionais, as versões diet contêm aspartame, que agora é chamado de AminoSweet. De acordo com uma pesquisa de Lynne Melcombe, essa substância está relacionada a uma lista de doenças, como ataques de ansiedade, compulsão alimentar e por açúcar, defeitos de nascimento, cegueira, tumores cerebrais, dor torácica, depressão, tonturas, epilepsia, fadiga, dores de cabeça e enxaquecas, perda auditiva, palpitações cardíacas, hiperatividade, insônia, dor nas articulações, dificuldade de aprendizagem, TPM, cãibras musculares, problemas reprodutivos e até mesmo a morte.

Fonte: Emex

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Benefícios da vitamina D vão além dos ossos e imunidade

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Pesquisas recentes apontam que a vitamina D ativada pelo sol tem outras funções como proteger o coração.

A vitamina D, ativada principalmente pelos raios solares, é fundamental para o desenvolvimento de ossos firmes e fortes. E uma série de estudos científicos recentes tem mostrado que o poder desse nutriente vai muito além: ele reforça a imunidade, protege o coração e até ajuda você a emagrecer.

Sem a vitamina D apenas 15% do cálcio e 60% do fósforo ingeridos seriam absorvidos pelo organismo, segundo o médico americano Michael Holick, professor da Escola de Medicina da Universidade de Boston, nos Estados Unidos, e autor do livro The “Vitamin D Solution”, sem edição em português. Mas as vantagens não param aí.

Imunidade garantida
Um estudo da Escola de Medicina da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, revelou que pessoas com níveis adequados de vitamina D são mais resistentes à contaminação por vírus e bactérias do que quem tem deficiência do nutriente. E mais: se recuperam mais depressa quando ficam doentes. “Essa vitamina é um importante modulador das células de defesa do organismo”, explica a nutricionista Daniela Jobst, de São Paulo. Ela também estimula os glóbulos brancos do sangue a fabricar um tipo de proteína que combate infecções.

Peso sob controle
Como a vitamina D está envolvida na produção da insulina, é bom pensar nela se o ponteiro da balança estacionou. A carência dessa vitamina reduz os receptores para insulina nas células, levando à resistência ao hormônio. Com isso, o pâncreas tem que produzir mais insulina, o que prejudica o processamento do açúcar, aumenta o acúmulo de gordura e de substâncias inflamatórias e estimula o apetite.

TPM à distância
A vitamina D está envolvida na regulação dos níveis de cálcio no organismo, mineral que alivia as contrações musculares que provocam cólicas. Pesquisadores da Universidade de Massachusetts, nos Estados Unidos, acompanharam durante dez anos a dieta de um grupo de mulheres que sofriam de tensão pré-menstrual e de outro de voluntárias sem queixas e concluíram: aquelas que consumiam regularmente leite, queijo e iogurte, fontes dessa vitamina, relataram menos sintomas de TPM.

Coração protegido
Como atua na nutrição muscular, a vitamina D tem papel-chave no condicionamento do músculo cardíaco e no bombeamento do sangue. Ela também participa da produção de renina, um dos hormônios mais importantes para o controle da pressão arterial. Por fim, níveis baixos dessa vitamina no organismo levam ao aumento da quantidade de insulina no sangue, o que faz crescer o perigo de diabetes, obesidade e hipertensão, males que ameaçam a saúde cardiovascular.

Manual do sol
Tente tomar sol entre 10h e 14h, mas atenção: bastam 15 minutos por dia! Não use protetor solar, pois o produto absorve os raios UV, impedindo que eles cheguem até a pele e façam a síntese do precursor 7-dehidrocolesterol em vitamina D. Pegar sol nos braços e nas pernas, desde que totalmente descobertos, é o bastante. Não precisa expor o rosto.

Fonte: Emex

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Ômega-3 e Gestação

In CategoryÔmega 3
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omega3 e gravidez

Sabe-se que a disponibilidade fetal de ácidos graxos poli-insaturados essenciais, como o ômega 3, depende da ingestão alimentar materna. Portanto, durante a gestação, ela é extremamente importante para o feto, pois pode afetar seu crescimento e desenvolvimento com potenciais consequências a longo prazo (PICONE, 2009).Ultimamente, os ácidos graxos ômega-3, principalmente os ácidos docosahexaenóico (DHA) e eicosapentanóico (EPA), têm recebido muita atenção em tratamentos pré-natal, pois estudos mostram que possuem efeitos benéficos durante a gestação para o desenvolvimento neurológico do feto, podendo estender a duração da gestação e, portanto, reduzir a morbidade e mortalidade relacionadas à prematuridade, bem como do peso ao nascer (CHURCH, 2009; GREENBERG, 2008), e também reduzir sintomas de depressão pós parto (REES, 2009).A demanda metabólica do ácido docosahexaenóico é aumentada durante a gravidez devido às necessidades extras do feto, como o desenvolvimento do cérebro e da retina durante o terceiro trimestre e até 18 meses de vida (MAKRIDES, 2009; GREENBERG, 2008).Apesar da limitação dos dados, estudos têm demonstrado, após suplementação materna com óleo de fígado de bacalhau, óleo de peixe e ovos enriquecidos com DHA, associações entre esse ácido graxo e vários desfechos neurológicos funcionais, incluindo melhora na atenção até a idade de 2 anos e melhora no processamento mental com a idade de 4 anos. Outros estudos avaliaram os efeitos da suplementação sobre prematuros e têm mostrado alguns efeitos benéficos sobre os parâmetros do desenvolvimento neurológico (DUNSTAN, 2008).As recomendações dietéticas para ácidos graxos ômega-3 devem ser adotadas no início da gravidez, com 650 mg de ácidos graxos ômega-3 e fornecimento de pelo menos 200 mg/dia de DHA (MAKRIDES, 2009). Duas porções de peixe podem fornecer cerca de 100 a 250 mg/dia de ômega-3, dos quais 50 a 100 mg é de DHA. Tendo em vista que essa porção não supre a necessidade, esses ácidos graxos devem ser consumidos a partir de três fontes: óleos vegetais (linhaça, canola e óleo de soja), 2 porções de frutos do mar por semana e suplementos contendo EPA e DHA ou DHA apenas (GREENBERG, 2008).Veja na tabela 1 algumas recomendações de como cumprir as necessidades de ácidos graxos ômega-3 durante a gestação.

Tabela1. Como cumprir as necessidades de ácidos graxos ômega-3 durante a gravidez

Necessidades diárias de ácidos graxos ômega-3

Como atender à necessidade

1,4 g de ácidos graxos ômega 3 como o ácido linolênico a partir de óleos vegetais

Escolha óleos vegetais que são ricos em ácido graxo ômega-3, ácido linolênico, e pobres em ácido graxo ômega-6, ácido linoléico

Atender 1,4 g de ácido linolênico via

- 1/2 colher de óleo de linhaça,

- 1 colher de sopa de óleo de canola ou

- 1 colher de sopa + 1 colher de chá de óleo de soja

650 mg de ácidos graxos ômega 3 como EPA e DHA, dos quais 300 mg são de DHA

Reduzir a ingestão de óleos vegetais ricos em ácidos graxos ômega-6 (por exemplo, óleo de girassol, óleo de milho e óleo de algodão)

Consumir duas porções de alimento com baixo teor de mercúrio (< 0,05 (µ/g [ppb] de frutos do mar) por semana

Miligramas totais de ácidos graxos ômega-3 em uma porção de 170 g

Cada alimento abaixo tem < 0,05 ppb de mercúrio

- Camarão (880 mg de ômega-3 e 320 mg de DHA)

- Salmão (620 mg de ômega-3 e 260 mg de DHA)

- Vieiras (720 mg de ômega-3 e 360 mg de DHA)

- Sardinha (2,2 g de ômega-3 e 1,2 g de DHA)

- Atum light (380 mg de ômega-3 e 170 mg de DHA) (<0,12 ppb)

Com base no consumo de duasporções de peixe por semana, a ingestão média por dia de ácidos graxos ômega-3 é 100-250 mg ácidos graxos ômega-3 e 50-100 mg DHA

Restante dos 650 mg de EPA e DHA

Use cápsulas de óleo de peixe que contém EPA e DHA

Consumir 400-550 mg de ácidos graxos ômega-3, com 225 mg de DHA por dia

Use 1 ou 2 cápsulas/dia para atender a essas necessidades

Exemplos de produtos comercialmente disponíveis em miligramas

Total de ômega-

DHA

Quantidade

 

300

120

2 cápsulas

 

640

260

1 cápsula

 

Fonte: GREENBERRY, 2008

Referências bibliográficas

Makrides M. Is there a dietary requirement for DHA in pregnancy? Prostaglandins Leukot Essent Fatty Acids. Aug-Sep; 81(2-3):171-4, 2009.

Greenberry JA, Bell SJ, Ausdal WV. Omega-3 fatty acid supplementation during pregnancy. Rev in Obstetrics & Gynecology, vol. 1, no. 4, 2008.

Picone O, Marszalek A, Servely JL, Chavatte-Palmer P. Influence d’une supplémentation en omégas 3 au cours de la grossesse. Journal de Gynécologie Obstétrique et Biologie de La Reproduction, vol. 38, no. 2, 2009.

Rees AM, Austin MP, Owen C, Parker G. Omega-3 deficiency associated with perinatal depression: case control study. Psychiatry Res. 166(2-3):254-9, 2009.

Church MW, Jen KLC, Jackson DA, Adams BR, Hotra JW. Excess Omega-3 Fatty Acid Consumption by Mothers during Pregnancy and Lactation Caused Shorter Life Span and Abnormal ABRs in Old Adult Offspring. Neurotoxicol Teratol. 32(2): 171–181, 2010.

Dunstan JA, Simmer K, Dixon G, Prescott SL. Cognitive assessment of children at age 2K years after maternal fish oil supplementation in pregnancy: a randomised controlled trial. Arch Dis Child Fetal Neonatal; 93:F45–F50, 2008.

fonte: RG Nutri

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Soja melhora sintoma de menopausa

In CategoryBenefícios da Isoflavona, Isosoy - Gérmen de Soja para Menopausa, Menopausa
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SOJA E MENOPAUSA

Pesquisa indica que duas porções diárias de soja reduzem frequência e intensidade de ondas de calor.

Duas porções diárias de soja podem reduzir a frequência e intensidade de ondas de calor vivenciadas por mulheres durante a menopausa, concluiu o mais abrangente estudo já feito sobre o assunto.

Os resultados da pesquisa apontam para uma redução de até 26% no sintoma.

Pesquisadores da Universidade de Delaware, em Newark, Nova Jersey, Estados Unidos, analisaram 19 investigações prévias sobre o tema envolvendo um total de 1.200 mulheres.

Os resultados do trabalho foram publicados na revista científica Menopause: The Journal of thev North American Menopause Association.

Até o presente, pesquisas sobre o assunto tinham apresentado resultados contraditórios – algumas confirmando, outras negando os benefícios da soja para mulheres na menopausa.

Mas segundo a equipe americana, a discrepância se deve ao número pequeno de participantes em alguns dos estudos e também a problemas de metodologia.

“Quando combinamos todos (os estudos), concluímos que o efeito geral (da soja) ainda é positivo”, disse Melissa Melby, professora de antropologia médica na University of Delaware, autora do estudo.

Resultados

Ao examinar o impacto de isoflavonas da soja (substâncias químicas que produzem um efeito semelhante ao do hormônio feminino estrogênio), Melby e seus colegas concluíram que ingerir ao menos 54 miligramas de isoflavonas da soja diariamente, por um período entre seis semanas e um ano, diminui a frequência das ondas de calor em 20,6% e a intensidade do sintoma em até 26% em comparação com o uso de um placebo.

Em estudos de duração mais longa, onde mulheres consumiram isoflavonas por 12 semanas ou mais, a diminuição na frequência das ondas de calor foi cerca de três vezes maior.

Suplementos com índices maiores de genistein (um dos dois principais tipos de isoflavonas) se revelaram mais efetivos na redução da frequência das ondas de calor.

Melby explicou que estes resultados são particularmente importantes porque o genistein é a principal isoflavona encontrada nos grãos da soja e em alimentos que contém soja.

Segundo ela, isso é um indicador de que “comer alimentos contendo soja, ou usar suplementos derivados de grãos inteiros de soja, pode funcionar melhor para mulheres”.

O interesse em compreender as possíveis conexões entre consumo de soja e sintomas de menopausa surgiu a partir de observações feitas no Japão.

Pesquisas realizadas no país concluíram que a baixa frequência de ondas de calor em mulheres japonesas pode ser atribuída ao alto consumo de soja entre os japoneses. No Japão, a ingestão do alimento tem início já no útero e continua por toda a vida.

“A soja é provavelmente mais efetiva nessas mulheres”, disse Melby. “Mas se você tem 50 e nunca comeu soja, não é tarde demais. Nós descobrimos que ainda ajuda.”.

Fonte: Estadão.com.br – BBC Brasil

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Resveratrol, Um Possível Rejuvenescedor?

In CategoryResveratrol
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resveratrol - semente de uva

O resveratrol é um antioxidante natural encontrado naturalmente na pele das uvas, vinhos tintos, amendoins e até em romãs. É mais encontrado nas cascas das uvas mais escuras e tem efeito protetor contra infecções e combate contra possíveis danos ambientais que a fruta possa sofrer.

Pesquisas feitas demonstraram que eles têm a capacidade de prevenir doenças cardiovasculares, têm efeito anti-plaquetário e aumenta a expectativa de vida em ratos. Mais estudos estão sendo feitos para descobrir se há também efeito em inflamações, estresse oxidativo (DUSSE, 2003), diminuição dos níveis de LDL-colesterol (“colesterol ruim”) (MUKHERJEE, 2010), aumento da resposta imunológica e até no tratamento de câncer de pele. (INDIAYE, 2011; AZIZ, 2005; NEWTON, 2007; GEHN, 1997)

Atualmente, tem-se falado muito do resveratrol como um possível anti-idade, mas ainda são apenas só hipóteses. Mas estudos mostram que o resveratrol tem muitos benefícios para a saúde, sendo um neuroprotetor, anti-microbiano, anti-cancerígeno e inibe a via de morte celular em pequenas doses.

Todas essas qualidades do resveratrol fazem parte do “Paradoxo Francês”, já que eles têm um grande consumo de alimentos gordurosos e vinhos e uma menor incidência de doenças cardiovasculares, quando comparados com outros países. (BAXTER, 2008)

Estudos recentes (BASTIANETTO, 2010), mostraram que o resveratrol age na pele, com sua ação anti-oxidante e modifica o ciclo normal da pele no envelhecimento. E também há ligação com o cérebro, possivelmente até retardando o aparecimento do Alzheimer.

Logo de vista, parece ser a solução para todos os problemas, porém, essa substância ainda não foi estudada tão profundamente para saber ao certo a quantidade adequada. Já que, do mesmo jeito que ele é capaz de atingir um tecido cancerígeno, não se sabe sua reação em tecidos saudáveis, quando dosados excessivamente; e uma alta dosagem (2,5 a 5g) apresentaram desconforto gastrointestinais. E ainda também não podemos dizer que só o resveratrol é responsável por todos esses benefício, pois pode ser sua associação com outras substâncias que estão presentes nos mesmos alimentos. Portanto, a única recomendação é comer alimentos ricos em resveratrol (no caso do vinho, com moderação por ter álcool) (VANG, 2011).

Bibliografia:

-AZIZ, M. H. REAGAN-SHAW, S. WU, J. LONGLEY, B. J. Chemoprevention of Skin Cancer by Grape Constituent Resveratrol: Relevance to Human Disease? The FASEB Journal. vol. 19, p. 1193-1195, 2005.

-NEWTON, R. A. COOK, A. L. ROBERTS, D. W. LEONARD, J. H. STURM, R. A. Post-Transcriptional Regulatin of Melanin Biosynthetic Enzymes by cAMP and Resveratrol in Human Melanocytes. Journal of Investigative Dermatology. vol. 127, p. 2216-2227, 2007.

DUSSE, L. M. S. VIEIRA, L. M. CARVALHO, M. G. Revisão sobre ácido nítrico. Jornal Brasileiro de Patologia e Medicina Laboratorial. Rio de Janeiro, Vol. 39, n. 4, p. 343-350, 2003.

-MUKHERJEE, S. DUDLEY, J. I. DAS, D. K. Dose-Dependency of Resveratrol in Providing Health Benefits. International Dose-Response Society. vol. 8, p. 478-500, 2010.

-BAXTER, R. A. Anti-aging properties of resveratrol: review and reporto f a potent new antioxidant skin care formulation. Journal of Cosmetic Dermatology. vol.7, p.1-7, 2008.

-VANG, O. AHMAD N. BAILE C. A. BAUR, J. A. BROWN, K. CSISZAR, A. DAS, D. K. DELMAS, D. GOTTFRIED, C. LIN, H. MA, Q. MUKHOPADHYAY, P. NALINI, N. PEZZUTO, J. M. RICHARD, T. SHUKLA, Y. SURH, Y. SZEKERES, T. SZKUDELSKI, T. WALLE, T. WU. J. M. What is new for an old molecule? Systematic review and recommendations on the use of Resveratrol. PLoS ONE. vol. 6, 2011.

-BASTIANETTO, S. DOMUNT, Y. DURANTON, A. VERCAUTEREN, F. BRETON, L. QUIRION, R. Protective action of reesveratrol in human skin: Possible involvement of specific receptor binding sites. PLoS ONE. vol. 5, 2010.

-GEHN, B. D. MCANDREWS, J. M. CHIEN, P. JAMESON, J. L. Resveratrol, a polyphenolic compound found in grapes and wine, is an agonist for the estrogen receptor. Proc. Natl. Acad. Sci USA, 1997.

Fonte: RG nutri

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